Cocal

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Cocal é uma cidade cearense que por acaso caiu dentro do Piauí e agora é obrigada a estar abandonada naquele limbo esquecida por ambos governos (cearense e piauiense). Não há informações relevantes sobre Cocal na internet, levando-nos à conclusão de que talvez esse município sequer exista, afinal ninguém nunca viu um cocalense vivo, apenas ouve-se falar que existem.

História[editar]

Desastre ambiental em Cocal? Ninguém soube, ninguém lembra, ninguém se importa..

O local foi habitado somente no início do século XX, quando um grupo de retirantes do Ceará estava totalmente perdido no meio do nada, provavelmente viraram em alguma curva errada em seu pau-de-arara rumo à São Paulo e foi parar nos confins do Piauí. O estado piauiense é o único estado litorâneo brasileiro que o "interior" fica no "litoral", e no caso, este povo estava relativamente perto do litoral. A sorte deles mudou quando se depararam com um pomar de coco babaçu, que apesar de não ser comestível e não ter sido de utilidade alguma para saciar a fome que sentiam, dele poderia ser extraído um óleo de propriedade alucinógenas que enganaria a fome, sede, tristeza e pobreza, e assim por ali se estabeleceram, passando a pertencer ao Piauí.

Por se localizar no absoluto meio do nada, aquele pequeno povoado cresceu num vácuo administrativo, e quando atingiu a chamativa marca de 69 habitantes nenhum município dos arredores quis se responsabilizar por cuidar do novo distrito que talvez viria surgir, então em 1948 o local já foi emancipado de uma vez para município.

Teoricamente a cidade de Cocal deveria ter aparecido nos noticiários em 2009, mas como a cidade é desconhecida, desimportante e do Nordeste, ou seja, ninguém se importa ou se comove, o máximo que ocorreu foi alguma nota de rodapé sobre o desastre da Barragem de Algodões I. Sabe-se que por algum motivo bem imbecil, pessoas construíram uma cidade inteira abaixo de uma barragem, que na oportunidade, em 2009, ela se rompeu e inundou toda a cidade. Basicamente nada aconteceu em relação a isso depois.

Economia[editar]

A cidade sobrevive do comércio de coco e babaçu. Como qualquer cidade piauiense, é pobre e sem perspectivas de melhorias.

Transportes[editar]

Se um ônibus em Cocal não estiver com peças caindo já é muito luxo para os pobres cidadãos que caso o ônibus não quebre no caminho para a escola, ele atola numa das precárias estradas de lama.