Da Cor do Pecado

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Cquote1.png Girafa feia! Cquote2.png
Otávio sobre Tony
Cquote1.png Pê-pê-pê-ô Cquote2.png
Pai Helinho, recebendo o santo
Cquote1.png Nossa, que novela engraçada!!! Cquote2.png
Sua mãe sobre Da Cor do Pecado
Cquote1.png Eu preferia Chocolate com Pimenta, pena que acabou. Cquote2.png
Tua avó sobre Da Cor do Pecado
Cquote1.png Relaxa, coração. Cquote2.png
Tony, querendo baixar a guarda da Bárbara

Da Cor do Pecado foi uma novela da Globo, escrita por João Emanuel Carneiro com supervisão de texto de Silvio de Abreu, que foi exibida em 2004 substituindo Kubanacan e sendo substituída por Começar de Novo. Foi reprisada em 2007 e 2012 no Vale a Pena Ver de Novo.

Enredo[editar]

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Light morre, e é substituido por sua irmã, ou que o assassino do Motel é, na verdade, o garotinho.

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Único herdeiro de uma grande fortuna, Pacu Lamborghini é um botânico dedicado à botânica, que leva, por opção, uma vida de vagabundo pacata, renegando a fortuna do pai (que burro, dá 0 pra ele!), Afonso Lamborghini, homem que construiu um império colocando sua ambição à frente de tudo. Afonso tenta de toda forma se aproximar do filho, seu único parente, mas Pacu o despreza. O rapaz é a antítese dele: ético, justo, humilde e generoso, não suporta as ideias do pai. Mesmo sabendo que o filho o rejeita, Afonso se humilha e acaba por admirar o filho por ele desdenhar o seu dinheiro (WTF?). O único meio de Afonso monitorar Pacu é por meio de Barbará (pega, mata e come!), noiva ambiciosa do rapaz.

Os destinos de Pacu e Preta se cruzam no Maranhão, quando o botânico viaja a São Luís para fazer uma pesquisa sobre ervas medicinais. Ele se encanta com aquela linda mulher na roda do tambor de crioula. Apaixonado, Pacu retorna ao Rio disposto a acabar seu relacionamento com Bárbara e recomeçar uma vida ao lado de Preta. Barbará é uma jovem gananciosa cujo único objetivo na vida é ser rica. Desde a adolescência, quando começou a namorar Pacu, planejava casar-se com o milionário para dar para ele toda noite compartilhar de sua fortuna. Mas ela ama outro homem, Kaíke, um fotógrafo com quem mantém um caso há anos.

Mesmo namorando Barbará há muito tempo, Pacu nunca foi apaixonado por ela, nem por ninguém. Talvez por isso nunca tenha desconfiado do caráter da noiva, que sempre lhe pareceu fiel e companheira (mas as aparências enganam). Resolvido a terminar o compromisso e seguir para o Maranhão para viver com Preta, Pacu leva um susto ao tentar revelar à noiva sua decisão: Bárbara diz que está grávida – o filho na verdade é de Kaíke. Desnorteado, Pacu inventa que tem de voltar ao Maranhão. Surpresa com a partida do noivo, Barbará decide investigá-lo no Nordeste. Lá, descobre seu romance com Preta e fará de tudo para separar o casal.

Pacu e Apolo Sardinha Coqueiro apresentam uma inexplicável semelhança física e uma grande diferença de personalidade. Pacu é introvertido e cheio de grilos existenciais, enquanto Apolo é uma marca qualquer de algodão cuca fresca e desinibido. Pacu cresceu sozinho numa mansão luxuosa, enquanto Apolo teve quatro irmãos com os quais aprendeu a dividir o pouco que a família tinha. A família Sardinha Coqueiro (um dos núcleos engraçadinhos da novela) é comandada pela viúva Edilásia Mamuska, que criou sozinha os cinco filhos: Apolo, Ulisses, Thor, Dionísio e Abelarda (o afeminado da família, quer ser maquiador, para desgosto dos irmãos). Eles são respeitados por seu estilo peculiar de luta, criado e desenvolvido pelos antepassados do patriarca dos Sardinha Coqueiro, Ted Boy Marino, um reverenciado campeão.

Todo empenho de Edilásia Mamuska na criação da prole é para torná-los grandes lutadores, seguindo o legado de seu falecido marido. Nem que para isso sejam necessárias horas de exercícios diários, alimentação natural e o uso de uma sopa mágica que proporciona uma superforça e cuja receita é guardada a sete chaves pela matriarca (na verdade, são drogas mesmo). Mas Edilásia Mamuska esconde um segredo que explica a semelhança física entre Pacu e Apolo: os dois são irmãos gêmeos, filhos seus e de Afonso, que ficou com uma criança e obrigou Edilásia Mamuska a sumir com o outro filho.

O destino dos rapazes irá se cruzar no meio de duas tragédias. Cada um, vítima de um acidente, é dado como morto. Até que Pacu, encontrado pela família Sardinha, toma o lugar de Apolo, enquanto os Lamborghini choram sua morte.

Há ainda os outros núcleos engraçadinhos, como o do Pai Helinho, que gosta de passar a perna nos seus clientes (e comer a Tancinha nas horas vagas), e dos pais de Barbará, Verinha e Eduardo, que vivem de favor às custas do dinheiro da filha.

Quem é quem na bagaça[editar]

  • Afrodescendente Preta (Taís Araújo) - A protagonista da novela.
  • Apolo (Pacu) (Reynaldo Jaqueline) - Cara que finge que está morto, pois só a família sabe que o mesmo está vivo; para os outros, ele mente o nome dizendo que se chama "Apolo".
  • Dr. Afonso (Lima Duarte) - Velho rico e foderoso, que antes era bom, depois ficou mau e depois ficou bom de novo. Trepou com Edilásia Mamuska e aí nasceram Pacu e Apolo (não quis comer a Germana por talvez achá-la muito feia).
  • Barbará (Giovanna Antonelli) - A vadia de Kaíke, que passa a dar para Pacu. Ela tem esse nome porque ela é literalmente uma barbaridade; é um cosplay da Ana Maria Braga. Em uma das cenas da novela, é largada por Tony no lixão de Avenida Brasil, pensando que fosse se casar com ele (tolinha...).
  • Girafa feia Tony (Guilherme Weber) - Amante da Barbará e Capitão Sarcasmo da novela, é o real vilão da trama, pois Barbará é submissa a ele a maior parte do tempo.
  • Kaíke (Tuca Andrada) - Ex-macho de Barbará e suposto pai de Otávio.
  • Felipe (Rouco Pitanga) - O marido dela, que é um babão que tem pena de todo mundo. Se um cara esfaqueá-lo e depois pedir desculpas, ele aceita.
  • Raí (Sérgio Malheiros) - Garoto feio pra porra (ou não), que fala uma caralhada de coisas que ninguém se importa. É filho de Preta com Afonso.
  • Otávio (Felipe Latgé) - Filhinho de Barbará e Kaíke e amigo do Raí, sofre bullying constante dela por ser gorducho, e por isso vive chorando como uma menininha.
  • Germana (Dona Armênia) - A empregada do Dr. Afonso, foi botada pra fora do Largo do Arouche e decidiu fazer bico como governanta.
  • Edilásia Mamuska (Rosi Campos) - Velha mandona com orelhas do Mickey no cabelo, se diz uma mulher de respeito, mas tem cinco filhos.
  • Thor Sardinha (Cauã Reymond) - Esse é o mais pirado dos filhos dela, que sempre resolve falar alguma merda.
  • Dionísio Sardinha (Pedro Neschling, filho do John) - Outro pirado, que sempre repete a tal merda falada por Thor.
  • Abelardo Sardinha (Caio Blat) - É o filho nerd de Edilásia Mamuska que, por sua aparência e nerdice, se desconfia de que o mesmo é gay, pois quer trabalhar com maquilagem.
  • CreTina (Karina Bacchi) - Essa é ex-mulher de Thor e Dionísio (aka Supermozi), e atual mulher de Abelardo, não se sabe de quem é o filho dela. É a gostosinha da novela. Seu atual marido é o único que não gosta dela e ao mesmo tempo o único que ela gosta.
  • Ulisses Sardinha (Leonardo Brício) - Esse é o irmão que só se mostra que ele é irmão no final da novela, porque no meio da novela só aparece como "o cara que quer pegar de volta o ouro que roubaram dele".
  • Verinha (Maitê Proença) - Mulher vigarista, mãe da Barbará, que rouba o ouro de Ulisses.
  • Eduardo (Neyla Torraca) - Marido vigarista de Verinha e pai de Barbará, que também rouba o ouro de Ulisses.
  • Becki (Graziella Moretto) - É a que finge que está ajudando Verinha e Eduardo, mas no fim, ela dá um golpe neles, e o cara que a ajuda a dar um golpe, dá um golpe nela e ela se fode.
  • Moa (Alinne Moraes) - Mulher de Pacu. Só isso.
  • Kika (Giordanna Forte) - Mocinha bonitinha que tenta fugir da mãe.
  • Pai Helinho (Matheus Nachtergaele) - Um pai de santo idiota. As cenas dele e de quem contracena com ele são as mais sem graça.
  • Tancinha/Zuleide (Vanessa Gerbelli) - A quase-mulher do pai de santo, que na verdade entrou no corpo por um ritual de macumba.
  • Greta (Samara Felippo) - A garota rebelde que se acha feminista, mas é só uma garota bobinha que não sabe porra nenhuma da vida.
  • Comandante Frazão (Sidney Magal) - Fica amigo de Thor, Dionísio e Abelardo e depois vira marido da Edilásia Mamuska.
  • Olívia (Liliana Castro) - Já esqueceu quem é, né? É a mulher atual do Kaíke.
  • Pimenta Açúcar Sal (Thiago Martins) - Ex-namorado da mocinha bonitinha que tenta fugir da mãe.
  • Cezinha (Arlindo Lopes) - Namorado Melhor amigo do Pai Helinho (não é filho, já que chama ele de pai?).

Trilha sonora[editar]

Com 31 faixas divididas em dois CDs, quando a música - tanto a nível nacional quanto internacional - ainda prestava.

Nacional[editar]

Capa: Preta

  1. Vou Deixar - Skank
  2. Jura Secreta - Zélia Duncan
  3. Samba do Approach -Zeca Baleiro e Zeca Pagodinho
  4. É Você - Tribalistas
  5. Pras Bandas de Lá - Mystical Roots
  6. Você me Vira a Cabeça (Me Tira do Sério) - Alcione
  7. Palavras ao Vento - Cássia Eller
  8. Temporal - Pitty
  9. Dezembros - Fagner
  10. Márcia Rodinha - Ramatis feat. Rose Max
  11. Atordoado - CPM 22
  12. Maior Que o Verão - Adelmo Casé
  13. Tem Quem Queira - Antônio Vieira (tema do Pai Helinho)
  14. Da Cor do Pecado - Luciana Mello (abertura)
  15. Só Você! - Fabianno Almeida (não, não é a do Vinícius Cantuária)
  16. Da Cor do Reggae - Alphα Beat

Internacional[editar]

  1. When I See You - Macy Gray
  2. Times Like These - Jack Johnson
  3. Don't Leave Home - Dido
  4. I Believe in a Thing Called Love - The Darkness
  5. Epoca - Gotan Project
  6. Crash Push - Robi Draco Rosa (ex-Menudo)
  7. What a Difference a Day Makes - Jamie Cullum
  8. Super Duper Love - Joss Stone
  9. Françafrique - Tiken Jah Fakoly
  10. Crazy Little Thing Called Love - Michael Bublé
  11. Unbelievable - Stereo Bros.
  12. Désert D'Amour - De Phazz
  13. Try - Nelly Furtado
  14. The Last Goodbye - Lara Fabian
  15. Paradise Island - Ibiza

Letra da música de abertura[editar]

Composição: Bororó

Esse corpo moreno
Cheiroso e gostoso
Que você tem

É um corpo delgado
Da cor do pecado
Que faz tão bem

Esse beijo molhado
Escandalizado
Que você me deu

Tem sabor diferente
Que a boca da gente
Jamais esqueceu (bis)

Curiosidade[editar]