Donkey Kong

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Nota: Este artigo fala da série de jogos, se procura pelo gorilão acesse o artigo Donkey Kong (personagem), ou aquele jogo antigão de arcade o Donkey Kong (jogo).
Virtualgame.jpg Donkey Kong é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, mais um hentai de Dead or Alive está sendo produzido.


King Kong
Dkflyer1.jpg
Zoofilia e Pedofilia em Donkey Kong.
Gênero plataforma
Desenvolvedor Rare
Publicador Nintendo
Plataforma de origem Arcade
Primeiro lançamento Donkey Kong (arcade) (1981)
Último lançamento Donkey Kong Country: Tropical Freeze (2014)

Cquote1.png Você quis dizer: King Kong? Cquote2.png
Google sobre Donkey Kong
Cquote1.png Plágio! Cquote2.png
King Kong sobre Donkey Kong
Cquote1.png Plágio!... Não pera! Cquote2.png
Detona Ralph sobre Donkey Kong
Cquote1.png E eu?! Cquote2.png
Diddy Kong sobre não aparecer em Donkey Kong


Donkey Kong é uma famosa série de jogos infanto-juvenis desenvolvidos pela Nintendo, sendo seu protagonista um gorilão de gravata (Gogo boy das gorilas fêmeas?).

Época do arcade[editar]

Donkey Kong começou em 1981, na época era só um King Kong genérico tentando matar o Jumpman num jogo muito mal feito. Numa situação normal o personagem ficaria esquecido para sempre, mas por acaso ele seria reaproveitado uns 10 anos depois.

Série Country[editar]

Macacos me mordam!!! Donkey Kong Country foi uma das mais jogadas séries de Super Nintendo. Todo pirralho dos anos 90 deve ter jogado ao menos um dos jogos da série, pegou várias bananas e cachos de bananas, tentou pegar todas as moedas DKs, passar por todos os bônus e acertar mais no alvo do que o Cranky Kong. E, claro, passar de todos os estágios, em especial no modo 2 jogadores disputando um contra o outro pra ver quem zera primeiro (bando de idiotas...).

Donkey Kong Country foi criado pela Rare em 1994, segundo-se de mais duas versões oficias, o Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest e Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble. Esses jogos foram baseados naquele jogo antigão do Donkey Kong para Atari, que tinha o Jumpman, ou melhor, o Mário (que Mário?). Depois desse jogo como vilão, Donkey Kong decidiu virar um bom menino, digo, digo, um bom gorila e passou a ajudar as pessoas, em especial os donos da Nintendo, que passaram a ganhar um dinheirão vendendo seus jogos. E quando falo em dinheiro, não me refiro às moedas banana nem as urso...

Com isso, desenvolveram esses jogos bem interessantes para Super Nintendo, que venderam milhões, ficando até mais famosos do que os do Mario. Aliás, que Mario? Não, não é aquela brincadeira sem graça do cara que comeu Anônimo atrás do armário, mas esse Mario aí que tão falando que tem muitos jogos. Eu só me lembro de um tal de Donkey Kong...

Enfim, os jogos venderam pra cacete, renderam uma grana tremenda pra Nintendo e pra Rare, além de render vários jogos parecidos com o passar dos anos, em que dois personagens animais revezavam, cada um com sua habilidade, para poderem vencer e zerar o jogo.

Jogos[editar]

Donkey Kong Country

O primeiro jogo tem uma história meio idiota, mas vendeu pra cacete apesar dos pesares. É que o K. Rool (ou K. Roolenstein), que na época era ainda um rei, roubou umas bananas gigantonas, pertencentes a Nintendo. Os donos da Nintendo ficaram muito fulos da vida com os Kongs, mandando eles recuperarem todas as bananas, senão iriam levar todos para um zoológico. Com isso, Donkey e seu primo menor, Diddy Kong, tiveram que, mandados a força pelo seu avô Cranky Kong, irem a busca das bananas gigantes e darem um fim no K. Rool. É o mais difícil dos 3 jogos, pois pra zerar na moral, você tem que descobrir todos os bônus, e isso é extremamente impossível, haja vista o fato de a maioria dos bônus ficarem escondidos atrás de paredes ou em salas secretas, já as outras versões facilitariam muito, graças aos benditos barris de bônus. Essa é a única versão realmente originalzona, as outras são imitações em vários pontos que mostraremos a seguir.

Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest

O segundo jogo tentou fazer uma historinha diferente. Neste jogo, Donkey estava na praia com o Funky Kong, quando de repente ele foi capturado pelos Kremlims, a mando do agora Capitão K. Rool (é que ele foi rebaixado, tadinho...). Pra piorar, o capitão pediu em resgate todas aquelas bananas que ele tinha roubado da outra vez, quando ele ainda era rei. Diddy se achava sozinho, mas teve a ajuda preciosa de sua namorada Dixie Kong, a cabeluda loira, a mascadora de chiclete, a Godiva do Irajá (odeio Fausto Fawcett e sua calcinha exocet...). Além de vencer o jogo, Diddy tinha que provar que era rochedo, pegando todas as moedas DK, pra provar que de fato ele é um herói destemido e temido no Distrito Federal. Claro que você, pobre noob, nunca consegue passar sequer das 15 moedas DK...

Curiosidade:A Nintendo, quando você zera o jogo , o que não é muito difícil...aparecem como os três melhores:Mario,Yoshi e Link, já, Sonic, apesar de só os sapatos, junto com a arma de Earthworm Jim, aparecem ao lado de uma lixeira, com a placa "no hopers", que significa...SEM FUTURO!

Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble

O terceiro jogo tem uma história absurdamente similar ao de cima, com alguns acrescimos apenas. Em primeiro lugar, o ex-rei e ex-capitão e agora barão K. Roolenstein decide não apenas sequestrar o Donkey, mas o Diddy também. E ainda enfia ambos dentro de uma máquina robótica "infalível" e "super-destrutiva" chamada KAOS (Killer All Of Suckers, pelo menos eu acho que deve significar isso, né?). Além disso, K. Rool prendeu um estranho pássaro gigante, mãe de vários pássaros chamado de pássaros-banana, que foram aprisionados em cavernas de cristais que só libertariam os pássaros se o cara que fosse até a caverna fosse bom de Genius, mas muito bom mesmo.

Dixie fica meio desamparada, mas logo surge uma ajuda (dessa vez, uma beeeeeeeeeem atrapalhada), a do Kiddy Kong, o macaco gordo e bebezão, que na maioria das vezes mais atrapalha do que ajuda. Além disso, você interage com os irmãos Urso (calma, não são os Ursinhos Carinhosos), que ajudam um bocado seu destino, embora explorando pra cacete você.

Jogos do Game Boy[editar]

O Game Boy lançou 3 versões chamadas de Donkey Kong Land, mais feiosas, e ao mesmo tempo, tremendas imitações baratas dos de cima, não mudando muita coisa além do nome do jogo.

Donkey Kong 64[editar]

Para a geração Nintendo 64 só houve o Donkey Kong 64, que não passou de uma cópia mal feita, bugada, chata e enjoativa do bem sucedido Banjo-Kazoie.

Jogos par GameCube[editar]

A franquia entrou em franca decadência com a chegada do GameCube e meia-dúzia de jogos retardados onde os jogadores deveriam usar um par de bongos. As pessoas que esperaram ansiosamente um tipo de Donkey Kong Country 4, mas receberam apenas estas porcarias de jogos que selaram o Donkey Kong por anos.

Donkey Kong Country Returns[editar]

Com a chegada do Nintendo Wii, os produtores da Nintendo perceberam que sua criatividade havia acabado, então começaram a fazer remakes e reboots de todas suas franquias famosas, incluindo DK com a criação da série Donkey Kong Country Returns.

Versões piratas ou nunca lançadas[editar]

Donkey Kong Country Competition Cartridge[editar]

Não é nada mais nada menos que o Donkey Kong Country 1, só que sem introdução, sem mapinha, apenas você tem é que ser rápido, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito rápido! Essa versão foi feita por japoneses super-nerds que apostavam corrida de Donkey Kong, conseguindo todos zerarem Donkey Kong em apenas 5 minutos sem perder sequer uma vida. Pra piorar, depois que acabam os 5 minutos, que definitivamente não são os cinco minutos mais longos do universo, vale salientar isto, o jogo simplesmente trava. A venda e o download desse jogo foram proibidos pro Brasil e para Portugal devido o excesso de jogadores que costumavam morder os controles, quebrar os cartuchos ou jogarem até a mãe no console.

Donkey Kong 4: Kiddy Kong's Childgarden[editar]

A Rare pansou em fazer um quarto jogo, com o Kiddy Kong dessa vez como protagonista, sequestrando os outros 3 personagens (sinto perfume de merda no ar...), sendo eles presos no Jardim-de-Infância do Kiddy Kong pelo malvado ex-rei, ex-capitão, ex-barão e agora diretor do jardim de infância K. Rool. A história era tão escrota e mais sem lógica que as músicas do Pink Floyd ou os filmes do Ed Wood, que decidiram abortar o Kiddy, ou melhor, o projeto. Ainda bem.

Donkey Kong Country Origins: Cranky Kong's Journey[editar]

Cranky Kong sempre se gabou de ter sido o melhor, que se jogasse nos jogos ele pegaria todas as moedas DK, passaria de todos os bônus, entre outros besteiróis que ele falava pelos cotovelos nos ouvidos dos seus netinhos queridos. Assim, pensaram em fazer uma versão mostrando sua juventude, jogando barris de um lado para outro, entrando em barris canhões e enfrentando crocodilos na selva. Esse jogo não chegou a ser fabricado (uma pena), mas seria interessante, ao menos pros fãzudos de Donkey, que iriam jogar o Cranky em vários buracos infinitos, fariam ele ser comido pelas piranhas raivosos e fariam o velhote levar várias picadas das abelhonas.

Donkey Kong Country Secret: Swanky Kong's Cassino[editar]

Essa versão ia ser bem escrotona: imagine você dar de cara com o cassino do Swanky Kong? E pior, o jogo inteiro se resumir ao cassino viciante e ladrão do Swanky? Pois é, essa era a proposta desse suposto jogo, em que você iria só participar de competições e jogos, até quem sabe ganhar, ou ficar sem dinheiro algum e ainda ficar devendo à banca (se ferrou, trouxa!). Como esse jogo estimulava a jogatina, você nem queira saber o que aconteceu com o projeto desse jogo.

Donkey Kong Country 2 e 3 by Outhers Players[editar]

Quem zera Donkey Kong Country 2 e 3 sempre estranha o nome ou a presença de personagens como Mario, Yoshi e Link (em especial, tendo zerado o jogo numa posição beeeeem maior que a sua). Pois é, como explicar um troço desses? Bem, se tem The Legend of Zelda: A Samus in the Past com a presença ilustre de Samus Aran, por que não uma versão explicando como Mario, Yoshi e Link jogariam se estivessem em Donkey Kong. Pois é, essa versão existe, mas é tão lendária e muitos contestam o fato que eu prefiro não comentar...