Edson Fachin

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Edson Fachin
Ministro stf edson fachin.png
Alguém ajude a este homem...
Ministro do Supremo Tribunal Federal
Período 16 de junho de 2015atual.
Partido PT
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... Exerce até sua ideologia em plenário...
Perfil
Nascimento
Rondinha, link={{{3}}} Rio Grande do Sul
Alma mater Universidade Federal do Paraná
Partido PT
Profissional
Profissão Dotor
Semi-deus
Professor
Dados Pessoais
Sexo link={{{3}}} Masculino


Luiz Edson Fucking (Rondinha, 8 de fevereiro de 1958) é só mais um dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Integrante da Suprema Corte desde 16 de junho de 2015, o ministro também já advogou para membros do Movimento Social dos vagabundos sem Terreno (MST) e também já foi filiado ao PT até assumir seu cargo no STF, quando teve que desfiliar apenas para cumprir mera formalidade. Já foi boca-de-urna durante as eleições de 2002, 2006 e 2010, atuando pelo mesmo partido onde permaneceu por mais de 20 anos.

Biografia[editar]

O jurista em Rondinha, uma cidade com um nome engraçado no interior do Rio Grande do Sul.

Assim que se formou, o doutor sem doutorado atuou num escritório de fachada criada por ele mesmo, apenas para arrendar recursos advindos do INCRA.

Depois Edson Fachinho foi trabalhar como procurador em um instituto do Paraná. Nesse meio tempo ele conheceu um membro do MST que lhe arrumou uma vaguinha no INCRA como procurador geral.

O futuro ministro depois entrou na PUC gaúcha, conhecida como a mais degenerada das universidades brasileiras. Foi quando conheceu alguns membros do PT que na época ainda era um projeto de partido cheio de adolescentes sonhadores que só pensavam em andar nus pelo centro da cidade, fumar maconha e pregar a revolução em Paris, Nova York ou em bairros nobres das capitais brasileiras. Fazendo um paradoxo, igual ao PSOL é hoje. Ao se filiar ao partido, Edson Faxina tornou-se o mais velho daquela turma de petistas gaúchos.

Como filiado do Partido dos Trabalhadores[editar]

Fachin passou mais de 10 anos sem se manifestar com o partido por vergonha, pois não queria que seus filhos e esposa o vissem naquela situação degradante. Essa situação de constrangimento mudou depois de 2002, quando o partido finalmente virou dono de alguma coisa e então Edson Fachin pôde sonhar com um carguinho público relevante em Brasília.

Então este almôndega começou a aparecer mais, como em assinatura de manifestos pedindo o roubo de terras para serem repartidos em lotes que mais tarde seriam vendidos posteriormente pelo PT Rural.

Em 2010, a ala urbana e conservadora do partido indicou Fachin para integrar a Comissão da mentira que contada mil vezes se torna Verdade do Paraná, onde o jurista vestiu a camisa do time e quando sabatinado pelos deputados do estado chamando-os somente de Golpistas, não passarão! durante as 8h de sessão.

Ainda em 2010, durante as eleições daquele ano Fachin faz campanha[1] pra então candidata Dilma Rousseff com tanta efusão como alguém que que seria nomeado caso ela fosse eleita, o que acabou coincidentemente acontecendo.

Supremo Tribunal Federal[editar]

Cumprindo o combinado de campanha, Dilma Rousseff agradece todo o apoio dado por Fachin, indicando-o para a casa mais cobiçada pelos adevogados, juízes e qualquer um que queira ser um deus no país da carteirada.

A conversa entre amigos realizada no Senado Federal, como de praxe e em toda santa indicação ao STF, foi tão boa a ponto de durar incríveis 12 horas. Entre os assuntos mais polêmicos da conversa foi justamente quando Fachin, um MSTista roxo, e Renan Calheiros, coronel, cangaceiro (segundo Tasso Jereissati) e dono daquele puteiro federal, confrontaram entre si. Nada muito grave, já que se tratam de colegas de trabalho.

Como relator da Operação Lava Jato[editar]

Pouco mais de ano depois de integrar o grupo de palhaços do STF, Fachin foi escolhido aleatoriamente(uhh! até demais!) como o novo bode expiatório da operação Lava Jato, escolhido para substituir Teori Zavascki que morreu de circunstâncias ainda não divulgadas (pelo menos, não de forma adequada). A justificativa para a escolha de um cara tão fraco e costa fria como ele, é a de que ele poderá trazer a paz novamente instituindo o Grande Pacto Nacional, já que Fachin, segundo os senadores, julga como uma menininha.

A lista de Fachin[editar]
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: A lista de Fachin

No dia 11 de abril de 2017, então como relator da Lava Jato, Fachin divulgou uma lista com mais de 8 mil 200 nomes de políticos apontados como corruptos (como se nós já não soubéssemos) pelos dedo-duros da Odebrecht que deveriam ser investigados pela Procuradoria Geral da República conhecida como A lista de Fachin. Nessa lista estão ex-presidentes, ministros do atual governo, senadores, governadores, prefeitos, vereadores, assessores, estagiários e até aquele cara que não tinha nada a ver com a história e foi parado na rua simplesmente por suposto carro preto para entregar um malote de dinheiro numa mansão ali por perto (não se escondem mais dólares como antigamente..). A lista provocou ataques de pânico e tremores súbitos no Congresso, além de transformar Fachin no inimigo nº1 de Brasília. Melhor ele não viajar de avião por um bom tempo...

Ver também[editar]

Rodrigo Janot



Precedido por
Joaquim Barbosa
Ministro do Supremo Tribunal Federal
2015 até agora
Sucedido por