Mjoll the Lioness

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Mjoll the Lioness gosta de aventurar-se!

Este artigo é sobre alguém que vive perambulando por todo canto, fugindo de perigos com a adrenalina a flor da pele.

Faça como Mjoll the Lioness e saia se balançando nos cipós!
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Mjoll the Lioness é uma mina espadachim em The Elder Scrolls V: Skyrim, uma espécie de Indiana Jones só que macho, que costumava ser uma aventureira como você, até que tomou uma porrada no joelho e em todo o resto do corpo de um Centurião Dwarven de seis metros de altura e quase morreu, apenas não foi desta para uma pior porque foi salva aos 45 do segundo tempo pelo escravoceta Aerin, um guerreiro que não sabe lutar que estava passeando e colhendo flores do bosque ao lado de Mzinchaleft.

Mjoll é o melhor saco de pancadas de Skyrim, o tank perfeito, pois como é marcada como essencial do começo ao final do jogo, ela não pode ser morta, nem mesmo por chefões fudidos como Miraak ou Alduin na Dificuldade Legendária, ou por você com aquelas conjurações tortas de magias hiper poderosas que geralmente explodiriam e matariam qualquer um de seus seguidores comuns.

Apesar de odiar a Guilda dos Ladrões e achar que seus membros são a escória, desde que sua sidequest seja completada devidamente, ela acompanha o Último Dragonborn de boas, mesmo que ele seja o chefão desta guilda e que roube até os ladrões.

História[editar]

Mjoll na versão em Full Maximum HD 7500p de Skyrim.

Na infância, era apenas mais uma menina comum de Skyrim, que passa as tardes cortando lenha e decepando a cabeça de ursos grandes, peludos e mansos com sua espada de ferro, que foi posta em sua mão no momento de seu nascimento.

Mjoll estava de boas sobrevivendo em sua aldeia, até que o lugar foi saqueado e queimado por um monte de peões comandados por um Bandit Chief com armadura de placas de aço. A maioria dos caipiras foram crucificados e queimados, os únicos que sobreviveram foram Mjoll e os seus pais, pois eles são marcados como NPC's essenciais geneticamente, e ninguém consegue matá-los.

Após este pequeno incidente de consequências não muito agradáveis, Mjoll e seus pais passaram a vagar por aí como mendigos, pedindo 5 septins para os viajantes que estão caçando dragões negros lendários que despertaram nos dias atuais. Os pais de Mjoll estão fazendo isto até hoje, até porque eles estão programados apenas para fazer isso e nada mais, enquanto que a protagonista desta artigo, para expandir seus horizontes, passou a aventurar-se por aí, explorando cavernas, grutas e outros buracos esquecidos pelo homem mas lembrados pelas máquinas dos dwarven.

Em uma de seus explorações, Mjoll, acompanhada apenas de sua espada com um encantamento meio bosta chamada Grimsever, chegou ao final de Mzinchaleft, apenas para ficar cara a cara com um puta Centurião Dwarven gigante com armas até no cu, que bateu em nossa aventureira até ela ficar branca, e a arremessou lá na pqp, não indo verificar se ela estava realmente morta, por estar com preguiça e querer voltar para o estado de standby.

Sem forças para levantar-se, por não ser o Seiya de Pégasus, Mjoll ficou inconsciente, mas não morta, pois ainda era NPC essencial. Ela ficou jogada lá no fundão das ruínas dwarven por alguns dias, até que foi resgatada por Aerin, um inútil que estava passeando no meio de uma montanha, não me pergunte a razão.

Levando a mina para sua casa em Riften, Aerin cuidou de seus ferimentos, até que o HP de Mjoll voltou a ficar cheio. Agora com uma dívida para com o cara que salvou sua vida, Mjoll decide passar uma temporada em Riften, dizendo ser uma vigilante que caça bandidos mas não fazendo nada a não ser ficar andando de um lado para o outro ao lado da taverna. Ela faz isso até que o Último Dragonborn aparece por aquelas bandas e oferece ajuda para recuperar o Grimsever, que tinha ficado nos pés do Centurião Dwarven cosplay do Hulk.

Equipamento[editar]

Sua arma preferida é o Grimsever, mas na falta deste, assim como todos os outros seguidores, que possuem inteligência artifical cagada e bugada, ela usa qualquer porcaria que você lhe dê, até mesmo cajados mágicos, mesmo ela entendendo tanto de magia quanto eu de física quântica.

Mjoll também carrega aquele arco de caça de madeira básico, que faz uso de seu estoque de flechas mágicas infinitas que não aparecem no inventário, por serem retirados do ânus.

Apesar de ser boa, e muito boa, como guerreira que carrega um machadão de batalha gigante e esmaga hordas de bárbaros enquanto canta "In My Sword I Trust", Mjoll brilha mesmo quando é usada como um tank raiz, daqueles que carregam um escudo para aumentar ainda mais a defesa roubada. Assim, além de ser imortal, ela ainda consegue absorver uma caralhada de dano, segurando um monte de golpes antes de cair de joelhos e começar a fazer uma auto-cura em si mesma e voltar para a luta como se nada tivesse acontecido.

Estratégia[editar]

Mjoll é o melhor seguidor do jogo, por ser imortal e tankar pra caralho, deixando você free hit enquanto os inimigos ficam focando ela. Por isso, dê para ela as melhores armaduras de seu estoque, você não vai precisar mesmo, sua única preocupação é conjurar direito aquelas magias negras duplas que explodem metade do cenário e fazem até mamute voar. E não precisa se preocupar com a integridade de Mjoll, ela é imortal, seus inimigos não.

O ponto negativo é que ela não possui noção de furtividade, e pisa em todas as armadilhas pra ursos, fios e placas de pressão possíveis, mas pra quê entrar na miúda nos esconderijos dos bandidos ou dos forsworns quando se tem uma parede ao seu lado?

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