Paulinho da Farça

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Ladra02.gif Paulinho da Força é mais um dos
POLÍTICO$ DO BRA$IL

E viaja de jatinho particular.


Paulinho da Força
Paulinho da forca sindical.jpg
Paulinho contando seus rendimentos diários
Deputado federal por link={{{3}}} São Paulo
Partido PT (1984-2002)
PTB (2002)
PDT (2003-2013)
SD (2013-presente)
Nível de honestidade Icon 00 percent.png É que nem caviar...
Perfil
Nome completo Paulo Pereira da Silva
Nascimento 25 de janeiro de 1956
Curral porecatense, link={{{3}}} Paraná
Partido PT (1984-2002)
PTB (2002)
PDT (2003-2013)
SD (2013-presente)
Profissional
Profissão Sindicalista
Escândalo Todos os que você imaginar...
Dados Pessoais
Nível de Inteligência Médio-cre astuto
Vícios Erário
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png Como todo sindicalista, também não sabe ler
Música Emblem-sound.svg.png Mamãe eu quero mamar, de Carmem Miranda
Prato Buxada de bode
Filme Lula, o filho do Brasil
Time Fla-emo e São Bambis


Pau no cu do Pereira da Silva (Porecatu, 25 de janeiro de 1956), também conhecido pelos colegas pelegos como Paulinho da Força é um político picareta brasileiro. Se tornou conhecido por ser o líder supremo da Força Sindicanalhista Sombria e por fazer oposição ferrenha aqueles que até anteontem eram seus melhores amigos, os petistas. O Paulo Pereira também fundou um dos milhares de partidos políticos existentes na terra brasilis, o Solidariedade que se solidário não tem nada. O Paulinho da Forca também é conhecido por ser o único autoproclamado paladino dos trabalhadores que se associa a figuras assumidamente escravagistas como Beto Mansur e Ronaldo Caiado. Isso mostra como ele tem coerência (ou não).

Biografia[editar]

Paulinho sóbrio, tanto quando de praxe

Antes de criar sua conta poupança, o qual atende pelo nome de sindicato — parasitas como ele vivem de contribuição sindical —, Paulinho da Farsa começou como metalúrgico, mesmo sem nunca ter trabalhado de fato, conseguiu liderar como poucos a horda de trabalhadores braçais ignorantes, assim como seu amigo de infância, um outro 'da Silva' fez no ABC paulista. Depois de ser eleito chefe daqueles cabeças de bagre, ele passou a ver as pernas da política abertas e o caminho livre rumo a aposentadoria integral em 8 anos de não-trabalho.

Antes de ser pego pelo Ministério Público em várias falcatruas no Ministério do Desenvolvimento Agrário, Paulo dá Força tentou se eleger sem ter que partir para o lado mais obscuro da política (aquele que envolve negociatas, acordos e compra de votos), na sua primeira eleição em 90. O burro tentou logo de cara partir para a Câmara dos Deputados, o resultado todo mundo já sabia: acabou quebrando a cara.

Na Política[editar]

Cunha com seu affair enquanto presidente da Câmara.

Quando eleito para seu primeiro cargo político, o sindicalista mostrou que realmente dá força. Dá a maior força para seus parentes, seus amigos e o pessoal do sindicato. Depois de fundar a ONG Meu Guri (dedicada a repassar verba para seu filho), Paulinho pretende agora fundar a ONG Ahhhhhhh, Moleeeeque.

Durante toda a vida política, Paulinho da Força tem se aliado as piores bactérias da política nacional, desde José Sarney até Eduardo Cunha (pra quem trabalhou de office-boy na Câmara por muito tempo).

Adepto do peemedebismo, Paulinho sempre se mobiliza em prol do time que está ganhando e está sempre procurando as melhores oportunidades para dar aquela mamada nos cofres públicos. Assim como os colegas adeptos da mesma ideologia política, Paulo sempre esteve na situação de governo, não importando se o governo era do PSDB ou PT, cabendo aos pelegos comandados por ele apenas manifestar contrariedade em algumas propostas que pudessem afetar os rendimentos do líder, como o fim da contribuição sindical obrigatória.

Para que pudesse conquistar o maior número de votos possíveis, ele sempre usou de seu exército zumbi que possui para convencer os eleitores que tinham o azar de trabalhar nas mesmas empresas onde a organização sindical-criminal criada por ele atua e assim conseguir alguma coisa na política, depois cabendo aos barões do poder decidirem oferecer algum cargo importante a ele ou ter os imóveis depredados pelos capachos do sindicato e ver os trabalhadores das maiores fabricas do país parados por tempo indeterminado sob a justificativa de "reajuste salarial".

Criação do Solidariedade (SD/SDD)[editar]

Paulinho de olho na tua contribuição sindical

Em 2013, não satisfeito em atrasar a vida do trabalhador de fábrica resolveu querer atrasar também a vida de todos os brasileiros em geral, quando resolveu criar mais um (!) partido político no país, o Solidariedade, partido de ideologia peemedebista cujos ideais são permanecer no poder o maior tempo que puder, mesmo que seja aquele partido nanico com no máximo 3 representantes na Câmara dos Deputados. A aventura tem obtido êxito na captação de recursos da Rouanet dos Partidos e também na representação do brasileiro ignorante sempre representado nas casas legislativas, mas que depois da criação desse embuste partidário ganhou mais uma opção de escolha (dentre as mais de 30).

Juramento de Lealdade à Eduardo Cunha[editar]

Paulinho e Eduardo Cunha: Ambos admirando mais uma legitima gororoba paulistana.

Quando tomou posse na 55ª legislatura da Câmara dos Deputados, em 2015, Paulinho da Força jurou lealdade à aquele a quem considera como o líder supremo da câmara e a quem deve prestar conta de todos os seus desserviços. Paulinho comprava até briga do Eduardo Cunha enquanto o ex-presidente da casa exercia a plena liberdade de poder desviar recursos para o Panamá e para a Suiça em paz.

Alguns colegas achavam que esse excesso de puxa-saquismo do parlamentar ao ex-líder é coisa de boiola, enquanto outros não descartam que ambos podiam estar tendo um caso.

Mesmo depois do impeachment, Paulinho jurou defender seu colega da cassação. A votação que ocorreu dia 12 de setembro de 2016 mostrou que esse excesso de babação pelo Cunha pode ter deixado o deputado com o cu na mão, pois nem Temer muito menos o o sucessor de Eduardo na presidência da câmara queriam ver o ex-Telerjista achincalhando na Câmara novamente.

Esse excesso de chupação-de-pau ao Cunha lhe custou o fim da contribuição sindical. Agora só sobrou a mamadinha da câmara e outros acordos feitos por fora, como fonte de renda do deputado.

Ligações Externas[editar]

Portal desse zé aí na Câmara

Notas