Professor

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Você sabia que...
  • ...... os professores odeiam a pergunta Cquote1.png Quando que eu vou usar isso na minha vida? Cquote2.png porque eles não sabem a resposta?

O professor ou maestro é aquela pessoa masoquista, que passou entre quatro e cinco anos em uma universidade se especializando em uma matéria específica, pra depois de formado e inserido no mercado de trabalho ganhar pouco, levar dedo na cara do filho dos outros, apanhar dos alunos, levar comida de rabo diária do diretor de escola e passar o dia inteiro tentando ensinar alguma coisa pra uma cambada de pangarés que não quer nada com nada e só vai pra escola pra bater aquele pratão de merenda.

Histórico[editar]

O professor era aquele nerd excluído na escola, o paga-lanche que vivia levando cuecão dos valentões e sendo humilhado pelos demais membros da turma do fundão. Sua expectativa era estudar muito para conseguir um emprego na Microsoft ou em qualquer multinacional que pague R$800 de vale-alimentação, mas logo que saiu da escola, ele viu que não devia ter negligenciado fazer amizades, pois sem contatos não se consegue trabalho nem como faxineiro no mercado do Seu Zé. Assim, com pouco dinheiro e nenhuma perspectiva, ele decidiu investir em uma licenciatura na matéria que mais gostava na escolinha, visando ensiná-la futuramente em sala de aula.

Assim, após mais alguns anos estudando, o tal nerd enfim conseguiu seu diploma, e o direito de lecionar em escolas. E esse é o começo de seu tormento, pois ele é obrigado a voltar mais uma vez para aquele ambiente que não lhe trás boas lembranças, precisando encarar de frente aquele monte de atoa e ainda precisando dar um jeito de botar a matéria na cabeça deles, missão na qual quase todos falham.

Características[editar]

Talvez a única vantagem de ser professor é poder negociar com os alunos o arredondamento de nota.

O professor é um dos profissionais mais fudidos financeiramente, ao menos os de ensino fundamental/médio. Com seu salário de R$ 10,00/aula (tabela do estado de SP, arredondando o valor), ele briga acirradamente com a tia da faxina pra ver quem trabalha mais e ganha menos. Para não morrer de fome, os professores trabalham em, no mínimo, quatro escolas simultaneamente, e como não são onipresentes que conseguem estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, eles dão preferência para o emprego na escola particular (que lá o diretor é casca grossa e realmente trabalha, senão sobra pra ele) e vão pra escola pública só pra bater o ponto e vazar, deixando os pequenos favelados sempre com aula vaga.

No fim, o professor de ensino fundamental/médio passará o resto de sua vida sendo debochado ou considerado um fracassado, comprando carro popular em 100 prestações e tendo que parcelar até o custo do exame de fezes. Por ser um pé-rapado, ele também encontra dificuldades para conseguir um cônjugue com juízo, e acaba se casando com alguma baranga chulé nas teta ou com um gordo tetudo cachaceiro. É por isso que a maioria dos professores, especialmente aqueles com mais de 50 anos, são todos azedos e fazem questão de foder sempre que possível os pequenos projetos de vagabundos para os quais eles ministram aulas.

No Brasil[editar]

Um professor de arte apreciando as habilidades artísticas de um estudante brasileiro especialista em design peniano em cadeiras escolares.

O Brasil é um país cuja demanda de professores está sempre em alta, já que nenhum professor aguenta muito tempo no cargo e troca de emprego na primeira oportunidade. Ter uma licenciatura é garantia de emprego, mas isso não quer dizer necessariamente que o profissional não vá morrer de fome e se endividar só com as contas de água e luz. As vezes é melhor ficar desempregado do que lecionar, já que o salário não cobre nem os gastos com o transporte e alimentação.

Em Alagoas, por exemplo, o governador Renan Filho decidiu suspender o aumento salarial dos mestres, visto que eles com certeza já ganham muito, medida posteriormente adotada por todos os estados, inclusive o Rio Grande do Sul, onde os professores ganham R$5 por aula, um valor absurdo. Por essas e outras existe uma alta concorrência nos vestibulares para o magistério, com cerca de 1 candidato por vaga, ao passo que em cursos menos procurados como medicina, o mínimo é de 40 candidatos por vaga.

Mas existe uma pequena esperança para os professores que não querem virar mendigos, que é virar professor de universidade. Aqueles que trabalham em universidades particulares ao menos conseguem colocar um pé na classe média, tendo dinheiro para pagar os boletos em dia e tirar férias em Araponga. Já os de universidade pública são os que conseguem lucrar mais, ganhando entre R$10.000 e R$20.000 por mês apenas pra ensinar os alunos a fumar maconha, a oferecer a bunda e a ser militante do PT.