Professor leigo

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Bush-besta.jpg "Não, cê é burro cara, que loucura..."

Este artigo é sobre algo ou alguém burro ou completamente imbecil.

Provavelmente usa Oi Velox e digita "kkk"...
Desespero de um professor leigo com um milhão de respostas que ele nem faz ideia de como responder.

Professor leigo é aquele profissional quebra-galho, ou seja, é aquela situação em que a escola, seja por ser pobre pra cacete pra contratar um professor especializado no assunto que ele vai dar aulas, seja por ser do governo (se for brasileira, claro, já que escolas do governo brasileiras são uma merda. Se for angolana, moçambicana ou bissalense é tudo uma bosta só...), daí o diretor no desespero coloca um professor de qualquer matéria ou até mesmo um funcionário qualquer pra dar aula da matéria deficitária para evitar um ano inteiro ou mais de aulas vagas e depois tomar multa do MEC ou do ministério da educação do devido país que essa budega de colégio faça parte e até mesmo ser fechado pela incompetência de contratar um profissional para dar aquela determinada matéria.

Como fazer essa gambiarra?[editar]

Bem simples em muitos casos, uma baita ideia é colocar professores de matérias afins para darem PELO MESMO SALÁRIO OU RUA outra matéria que ao menos lembre a sua. Exemplo clássico é colocar um professor de história pra dar aulas de geografia ou o contrário, afinal era mesmo tudo a mesma merda até 1996 quando essas porra ainda se chamava pelo nome de Estudos Sociais (e o professor de História e/ou Geografia também poderiam correr o risco de dar aulas de "ciências", que enfiavam no meio de Estudos Sociais como se fosse a mesma coisa, daí fodam-se pra entender física, biologia e química tudo compactado num ovinho no livro de Estudos Sociais); ou colocar o professor de matemática pra dar aulas de física e química também, o que até que não é tão difícil, vá lá, afinal matemática é que é o satanás mesmo pros nerdões de exatas, huehue.

Em outros casos tinha-se que inventar o professor. Isso ocorria muito em matérias que não tinham nada a ver com nada, tipo na época em que se ensinava nas escolas porras como Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Religião, sendo essa última ainda mais zureta, porque chamavam até o professor de história mais ATEA do universo pra elogiar os rituais da santa madre igreja caótica, digo, católica apostólica romana ortodoxa grega russa oriental assíria armênia copta rastafari (essa descrição tá meio sem noção porque um ateu obviamente não entende nem a diferença da igreja romana pras ortodoxas - na verdade, tirando o facto de nas segundas os padres poderem casar com a mula-sem-cabeça sem medo de queimar a rosca, não entendo também da diferença dessas duas...).

No desespero há escolas que inventam matérias ou chamam qualquer um pra dar aulas. Ex: chamar o porteiro ou o tio da condução escolar pra dar aulas de geografia, pois eles manjam bem de todas as ruas do bairro, até aqueles becos escabrosos no meio da Favela Pinga Pus ou da Suvaco de Cobra. Também rola chamar a tia servente pra dar aulas só pras meninas de como cozinhar e lavar a casa, uma bela desculpa até pra dizer que a escola também dá cursos técnicos, olha aí! Há até supostos casos de colégios que já chamaram a puta paga da esquina do colégio pra ser professora de Educação Sexual (para a alegria dos alunos do sexo masculino heterossexuais - e pras do sexo feminino sapatonas e até mesmo quem sabe se for uma trans-criança, por que não né?).

Formas de identificar um professor leigo[editar]

Um clássico fessor leigo com o uso de seu infalível Power Point pra construir a maior POG da história do Brasil.

Não é nada difícil detectar um desses indivíduos, todos especialistas em serem em completo definitivo um completo NÃO ESPECIALISTA na tal função que ele foi cuidadosamente escolhido para desempenhar através da infalível técnica do "se só tem tu vai tu mesmo". Veja alguns sintomas de que você tornou-se vítima de um desses:

  • Sempre erra o nome da matéria ou do assunto em questão. Ex: A aula é de números complexos e o professor aparece descrevendo a Tabela Periódica dos Elementos inteira;
  • Erra toda hora as informações da matéria ou do assunto. Ex: A aula é sobre cinética e o mesmo coloca a fórmula de cálculo de trabalho em joule invés da velha fórmula do "Sei que só você tem a metade do amor todo ao quadrado" (se não manjou essa, é S = S0 + V0*t + Am*t²/2);
  • Erra constantemente o correção da prova. Ex: A resposta de 2^10 é 1048 e o fessor insiste em dizer que é 1000;
  • Passa trabalhos e tarefas de casa alienígenas. Ex: A matéria é sociologia e ele pede um trabalho sobre Surrealismo;
  • Aplica provas com assuntos nada a ver. Ex: A matéria é espanhol e aparece uma pergunta se Dilma Rousseff sofreu um golpe ou não;
  • Vive reclamando da falta de material do colégio pra dar a matéria, mesmo que o mísero assunto seja somente as cinco vogais do alfabeto latino;
  • Se desespera toda vez que o maldito retroprojetor ou datashow dá problemas, ou quando o PC ou a internet dão pau, pois tentar explicar para os alunos de inglês as formas conjugais do verbo To Be sem o Power Point é muito difícil, ninguém entende esse bagulho de "am, is, are"...

Não contrate também[editar]