The Elder Scrolls IV: Oblivion

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Virtualgame.jpg The Elder Scrolls IV: Oblivion é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Marisa Kirisame rouba outro coração em Touhou


Os Pergaminhos Mais Velhos IV: Óbvio
Oblivion signature cover.JPG

Uma capa pichada do jogo

Informações
Desenvolvedor Bethesda Shitworks
Publicador 2K Games, Bethesda Shitworks
Ano 2009
Gênero RPG
Plataformas Polystation 3,5; GameCube 360
Avaliação 90%
Idade para jogar +14

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The Elder Scrolls IV: Oblivion é um jogo semi-famoso da pomposa Bethesda lançado para Polystation 3,5 e GameCube 360 em 2006, inovando na arte de bugs, simulação de um mundo surreal e inteligência artificial. O jogo é aclamado como o primeiro MMORPG da história a ter sido lançado em formato single player, uma vez que não basta ser forever alone na vida social, as vezes temos que fazer questão de ser forever alone até na vida virtual.

História[editar]

Você é a única pessoa capaz de parar uma vasta conspiração que ameaça todo o império, você enfrenta inimigos que nunca conheceram a derrota e se esforçam continuamente para destruir você além de guardas que vão te perseguir até o inferno se você roubar um garfo sequer. Ao longo do caminho você vai encontrar desafios imensos, como uma inteligência artificial medonha e bugs que te obrigarão a recomeçar todo o jogo do zero.

O fato do jogo não ser linear talvez seja divertido na hora de sair perambulando livremente pelo vasto mundo oferecido em Oblivion, todavia em termos de história, depois de umas 5 horas acumulando trezentas quests, sub-quests, quests opcionais qualquer um acaba esquecendo qual é a quest principal e sua história.

Jogabilidade[editar]

Em Oblivion os livros te ensinam tudo! Tudo mesmo.

O jogador em questão é projetado em um mundo de fantasia medieval situado em um universo paralelo onde sua capital não tem mais do que 100 habitantes, a mais alta montanha pode ser escalada em 3 minutos, habitado por seres estranhos com semi-paralisia intestinal com tendências zoofílicas incapazes de executar as ações mais banais, que são confiadas ao jogador através de side-quests medíocres. O jogador também gasta quase todo o seu tempo de jogatina matando ratos e caranguejos em abundância tentando fazer o seu personagem tão poderoso quanto o Hulk em cerca de 1000 horas de jogo. A principal característica do jogo é que quanto maior o nível do personagem automaticamente mais fortes vão ficando os inimigos como se o planeta treinasse igual você, fazendo com que as horas de jogo matando ratos tornem-se estupidamente inúteis.

A dificuldade de Oblivion são três, denominadas de "descoordenados motores", "insano" e "Battletoads", podendo variar entre ser um desafio para sua irmã de 3 anos de idade ou para o mais viciado em jogos de RPG. O motivo disso é a opção de modificar a dificuldade do jogo quando se quiser. Uma vez que esteja preso sendo morto num mesmo local dezenas de vezes, basta ajustar a dificuldade para um nível mais brando, e uma vez com a dificuldade baixa, Oblivion se torna uma espécie de FPS com espadas e magias, já que você não precisa mais se preocupar com os níveis de habilidade, lançar feitiços, misturar poções, ou qualquer uma dessas coisas de nerd, mas fazer apenas o que um jogo deveria ser: Apertar o botão de ataque quantas vezes seus dedos aguentarem até que todos na sua frente morram. Ou você pode apenas fazer um conjunto de armadura completa de invisibilidade e correr como uma espécie de deus-ninja sem ser percebido.

No entanto, Oblivion não é estritamente um jogo só de combate. Os jogadores podem também resolver alguns problemas cotidianos, utilizando a fantástica simulação de Oblivion de interação social. Como na vida real, ameaçando, em seguida elogiando, em seguida brincando, e em seguida barganhando.

Como simulador, Oblivion também permite a possibilidade de cometer furtos, sendo um simulador maravilhoso, parece a vida real. Se você roubar uma colher e resistir à prisão pode acabar matando os guardas de uma cidade inteira... E quando você sem querer roubar um prato, será perseguido por duas horas até ser capturado para pagar 2 gold. Outras maravilhas incluem você quebrar 20 lockpick para abrir um baú com presunto, repolho e queijo (quem guarda isso num baú?). Só que o que torna a experiência de jogas Oblivion tão maravilhosa é quando você morre para um rato depois de jogar duas horas sem salvar.

Dublagem[editar]

A Bethesda havia gastado todo seu dinheiro para pagar um salgado com refri para seus funcionários, que esqueceu de se preocupar com a dublagem do jogo. Por isso foram contratados emergencialmente uns três caras e umas duas moças para dublar os diálogos de mais de 9000 NPCs. O resultado foi óbvio, todos parecem a mesma santa pessoa, sem contar que os diálogos parecem ter sido escritos por algum esquizofrênico por não terem o mínimo sentido ou continuidade.

Crítica[editar]

O jogo foi muito elogiado pela crítica especializada, localizada nas Ilhas Virgens, ele é basicamente apenas Morrowind com gráficos mais bonitos e metade dos cenário, habilidades, armas e diversão.

Comparado às inúmeras qualidades, os defeitos são mínimo, como a existência de apenas duas lutas contra chefes, e ainda por cima chatos. Bugs a todo instante travando tudo forçado reiniciar o jogo. Nenhuma cena de nudez. E as cercas de 80% de seu tempo gastos em espeleologia no escuro de cavernas inexpressivas repetitivas uma após a outra, copiadas e coladas consecutivas vezes dando a falsa impressão de grandeza do jogo, nesses ambientes onde será atacado por ratos e zumbis que você não pode ver, a menos que você usar uma tocha que não auxilia no combate.

v d e h
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